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Iniciando no universo de Quiet Books: em quais materiais investir?
23/10/2019
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O que fazer quando o cliente diz: TÁ CARO I Os princípios para lidar com esse objeção

“Tá caro!”

Qual artesã que nunca ouviu isso (ou algo parecido) ?!

O fato é que lidar com a objeção de preço é uma realidade de qualquer pessoa que esteja empreendendo. Não importa o nicho, o produto ou a classe social, SEMPRE haverá alguém para reclamar do preço.

E a primeira lição para conseguir lidar com isso da melhor maneira possível é entender e aceitar que nem todo mundo vai curtir o seu trabalho. No entanto, para cada um que não curte seu trabalho há outros tantos que curtem.

Portanto, você deve dispender a sua energia com as pessoas que gostam (ou tem potencial de gostar) do que você faz.

Lição número dois: ainda que você atraia as pessoas certas não é certo que a venda será concretiza, ainda assim é possível que você escute o terrível “tá caro!”

Dito isso, vou deixar aqui alguns pontos que vão te ajudar a reduzir o número de “tá caro” que você escuta e que vão te ajudar a lidar melhor com esse objeção quando ela aparecer.

1 – ) Defina bem o seu público: Quanto mais difícil for o encaixe entre seu produto e suas potenciais clientes, mais objeções vão surgir. É muito importante definir muito bem o seu público, saber exatamente quais pessoas precisam dos seus produtos.

É como eu sempre digo : Não adianta vender filé mignon pra vegano.

Exemplos de potenciais clientes para os quiet books: mães de crianças na primeira infância, mães de crianças especiais, professoras de educação infantil, pedagogas, profissionais da área da saúde que atendam crianças como: psicólogas, pediatras, dentistas, nutricionistas, terapeutas e etc.

2 -)Foque na proposta de valor: Focar na proposta de valor é a dica de ouro. Mais do que o produto em si, a cliente precisa ter a clareza da transformação que aquele produto vai causar na vida dela. Quer um exemplo? Vou listar aqui alguns benefícios dos quiet books (que não são claros para todas as potenciais clientes):  reduzir a exposição das crianças as telas como celulares e computadores, ajudar no desenvolvimento de habilidades como a concentração, a memória e o pensamento estratégico; estreitar vínculos (quando utilizados com a família e amigos), dar uma folguinha para os pais quando precisam resolver algo importante , ser uma opção segura de entreter as crianças em situações de espera como aeroporto, consultas e etc.

3-) Importe-se. Fale menos e ouça mais, esteja atenta as palavras das suas clientes, descubra os reais motivos que estão por trás da objeção: necessidade não atendida, falta de clareza do valor do produto, perspectiva errada sobre o que você oferece são alguns exemplos que podem estar por trás das objeções. Se você conseguir identifica-los será mais fácil derruba-las, além disso, poderá identificar pontos a melhorar no seu negócio.

4-) Observe os padrões: Depois de um certo tempo é provável que você perceba um padrão nas objeções, registre as mais comuns e pense como agir antes que elas apareçam.

5- )Foque na proposta de valor: De novo!!!!!!! pois, como disse, é a dica de ouro. Crie, tangibilize e comunique os valores da sua marca, SEMPRE!.

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